Senta que lá vem história!


Sabe a fase em que a princesa, o lobo mau e uma outra porção de personagens começam a fazer parte da vida das crianças? Tudo isso é importante para que elas desenvolvam o lado imaginário. E estimular esse momento faz com que os pequenos consigam desenvolver suas próprias histórias.

 
Com poucos anos de idade, as crianças entram na fase do “por que”, que é de total descoberta, têm medo de bruxa, monstro e são as maiores fãs do coelhinho da Páscoa e do papai Noel. Até que aos poucos os pais começam a desmistificar (ou então a criança descobre na escola) a existência desses personagens e tudo bem, logo os pequenos se apegam em outras coisas. Com o passar do tempo, lá pelos 7 anos de vida, as crianças começam a entender a razão de muitas coisas e já estão prontas para serem alfabetizadas.
 
E ai entra a atenção redobrada da escola e da família. Como aprender a escrever tartaruga, por exemplo, sem ver a imagem de uma, ou pensar em um personagem legal da TV, como as “tartarugas ninjas”? O trabalho fica mais gostoso se for realizado explorando a imaginação. Depois que aprendem a ler e a escrever, começam as redações, os relatos das férias e por ai vai. Fica por conta dos pais estimular a leitura e a invenção de histórias. No começo os adultos precisam ajudar, mas depois podem se tornar ouvintes de toda essa imaginação.
 
Amigo imaginário
 
Quando o assunto entra nesse caminho, surge a dúvida: é normal? Sim, segundo especialistas, até certo ponto é normal a criança inventar um amigo e passar a tarde brincando com ele. Só preste atenção caso ele comece a abusar e usar argumentos do tipo: quem quebrou seu vaso não fui eu, mãe, foi o meu amigo imaginário.
 
Fora isso, vocês só tem a ganhar ao explorar o lado lúdico dos filhos! :)

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